domingo, 17 de dezembro de 2017

Briga de foices

Na madrugada de hoje, 17.12.2017, sonhei que estava às margens de uma estrada. Neste lugar parecia um pasto com muito capim que de limpo só tinha as duas tiras onde os pneus passavam.
Neste local havia outras pessoas. Não era muitas mais tinha. Nessa ocasião comecei a ver cascos e pedaços de algumas garrafas quebradas ao que de pronto retirei da estrada para não furar os pés de ninguém.
Aos poucos começaram a chegar algumas pessoas e como se estivéssemos assistindo alguma coisa estávamos todos virados para uma mesma direção. O local era meio inclinado para frente de modo que quem estava na frente ficava num plano mais baixo que os que estavam atrás.
Do nada passa do meu lado um homem com uma foice parecida com um cutelo e segue em frente como se estivesse procurando alguém para cortá-lo. Ao ir até a frente e ver que não encontrou volta-se para trás e ver a pessoa que procurava e ao levantar a foice para acertá-la parece que a cena muda pois não vi o desfecho desse ato e de contínuo olhando para a mesma direção estávamos todos. 
De repente passa outra pessoa com outra foice parecida com um cutelo e ao identificar a pessoa que procurava de igual modo, desta vez por trás, procurou desferir um golpe visto que levantou a mão para esta finalidade. De igual modo, parece que a cena muda. Por que não vi o desfecho desse ato e de continuo olhando para a mesma direção estávamos todos.
Novamente, passa uma terceira pessoa e, igualmente com uma foice parecida com um cutelo e ao identificar a pessoa que procurava de igual modo, desta vez parou ao lado da vítima, procurou desferir um golpe visto que levantou a mão para esta finalidade. Só que ao levantar a pessoa viu e esquivou-se olhando para ela. A foice  estava mal acunhada e dai escorrega no cabo. Nessa ocasião ela começa a consertar o cabo da foice inclusive com a ajuda da pessoa que em momentos antes queria matá-la.
Em todos os três casos acima não houve intervenção de terceiros e nem alarde por parte dos presentes que continuavam virados para a mesma direção indiferente aos acontecimentos.
Daí falei para a Thiara: vamos sair daqui antes que sobre para nós. Esta me respondeu que não tinha razão para a gente sair dali só por que teve estes acontecimentos, pois eu também tinha degolado dela.
Dai interrogo: eu te degolei? Afirmei: não lembro disso não. Nesse momento fiquei intrigado comigo mesmo e pensando: a Thiara não sabe que degolado não está vivo, não fica em pé e muito menos fala?
Foi quando acordei sem saber a continuidade e ou desfecho do sonho.

domingo, 22 de outubro de 2017

Peixe fora dagua

Na madrugada de hoje, 22/10, sonhei que num lugar a ermo encontrei um peixe largado sobre a face da terra. Quando joguei um pouco de água nele ele começou a respirar por sua guelra. Nisto vi que ele estava vivo e coloquei ele num bucaro e enchi de água. Era tão pequeno o espaço que ele estava quase imóvel e com as costas toda fora d`água. Quando a água foi aumentando ele foi virando de barriga para cima.
Nisto, quando cheguei em casa coloquei ele no pés de uma planta e enchi de água o buraco. Como ele se esforçava pra nadar e não tinha espaço resolvi que ia colocar ele na caixa de água até arrumar um meio de devolver ele pra natureza foi quando acordei.

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Sonho confuso

Na madrugada de hoje, dia 22 de setembro, sonhei que me encontrava numa praça ao lado de um estacionamento.
Não me recordo porque razão, mais houve perseguição à mim e o José Francisco que se encontrava comigo.
Diante da chuva de bala que estávamos recebendo e que nossa fuga não estava sendo suficiente para desvencilharmos dos perseguidores do nada fomos abduzidos e nos encontramos dentro de um shopping aparentemente num lugar conhecido e esperando o elevador do segundo andar para descer ao térreo.
Entrementes, me via em Salvador dirigindo nosso carro como se morássemos em Belo Horizonte e tínhamos ido até Salvador para uma audiência no STJ. Embora seio que o STJ fica em Brasília no sonho era Salvador.
Pegamos o eixo principal e não conseguimos localizar o referido Tribunal. Com isso, entrei numa via marginal que circulava à cidade por meio da qual eu buscaria referencias para encontrar o referido STJ.
Como se a via fosse morta e não desse condições de trafegar de carro, descemos e continuamos a pé. Logo, passamos por várias ruelas e setores meio favelados onde encontramos um homem a quem perguntamos a localização do STJ e este indicou para um local relativamente perto de onde nós estávamos.
Nisso, seguimos caminhada e começamos a entrar num local baldio e inóspito. Já era noite e, onde eu estava comecei a cavar e localizei vários dinheiros cujas notas estavam bem velhas. Eram notas de R$ 2,00, R$ 5,00, R$ 10,00 e R$ 20,00.
Diante de tanto dinheiro, junto como se tivesse sido enterrado um pacote de dinheiro, apresentei aos demais que não deram muita importância e eu fiquei a meditar: que milagre, Deus me traz para um lugar onde eu pensando está perdido do endereço, me dar a ideia de escavar e justamente onde tinha o dinheiro. Nenhum centímetro errado. Localização exata.
Nisso, voltei sem saber se encontramos o STJ e muito menos se voltamos a Belo Horizonte. Contudo, por não saber o significado deste sonho registro-o até que o mesmo seja revelado.

Identificando o chamado

Na madrugada de hoje, 19 de abril de 2026, fui deitar por volta das 0h20, ainda acordado estava a meditar em como seria se aquele fosse meu ...