quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Retrato das igrejas

Ontem, na noite do dia 2 de novembro tive um sonho em que andava numa determinada rua de uma cidade, que não sei qual era, num determinado local da rua, passei por uma aglomeração de pessoas que estavam em volta de um grupo de umas trinta mulheres que se despiram em público e começaram a se acariciar mutuamente. 
O público aplaudia, tirava selfie, filmava e fotografava. 
Acordei e, sem entender nada, não dei muita bola para isso. 
Pensando noutras coisas dormir e já na madrugada de hoje, 3 de novembro sonhei que eu via o Laudeir conversando com umas lideranças de uma igreja que estavam sentados no púlpitos e o Laudeir em pé na frente deles. A conversa era sobre carros e um dos que com ele conversava era o Edélio. Esses líderes estavam sentados numa banda do púlpito e na outra banda tinha umas cadeiras vazias que ato contínuo começou ser ocupadas por mulheres seminuas tirando fotos sensuais com correntes e acessórios de Sex Shop. O Laudeir era o único fotógrafo, mas dispunha de uma equipe que montava o cenário e os penduricalhos delas como uma forma de adiantar o trabalho fotográfico.
Essa igreja parecia funcionar num térreo de um prédio que era nosso.
Entrementes, eu estava na parte superior do prédio de onde eu ouvi o som da programação da igreja. Como o rebuliço estava muito grande, perguntei para uma jovem que estava no compartimento de cima junta comigo e ela disse que era uma tal de "fest west" que estava acontecendo. Para descer tinha as opções de escorregador e escada. Desci pelo escorregador e deparei com uma cena de final de culto em que a multidão estava saindo do culto e num determinado canto da igreja todas as mulheres que haviam antes feito os books eróticos estavam transando nos bancos de uma determinado canto da igreja.
Uma das mulheres que estavam fotografando era a Thiara e, por isso eu desci para ver o que era. Depois sair entre os bancos para ver se a encontrava. Como não a vi subir e também não a encontrei na parte de cima onde morávamos

segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Despertamento sobre o passaporte sanitário

Na madrugada de hoje, 1º de agosto de 2022, sonhei como se eu já estivesse no futuro, 7 de agosto, data da minha viagem para fazer a prova de Juiz do TRF4, quando uma pessoa, aparentemente familiar ou do nosso ciclo de amizades, chegou em casa e nos disse: olha, não sei se vocês já estão sabendo, mas a partir de hoje para comprar, vender, trabalhar e ou fazer qualquer coisa, precisa do certificado da vacina. Então, eu sugiro vocês ir logo enquanto a fila está pequena já que quando todo mundo ficar sabendo dessa necessidade vai haver congestionamento e superlotação nas filas e inclusive vai ser ponto de proliferação de doença.

Daí, eu tive o insight que se já era exigência, era sinal de que as coisas iam era apertar de agora em diante e, por isso, não era mais nem caso de ir para a viagem e sim para a chácara mesmo. Ou seja, presumir que o fato do sonho envolver um contexto de uma viagem próxima de acontecer inferir se tratar de uma pauta urgente, que não temos mais muito tempo. Então, a conclusão que cheguei é que devemos priorizar a chácara.

Aí o Adão tinha dado a ideia: se para fazer tudo isso precisa da vacina então vai lá e pega a vacina enquanto vocês ganham tempo para se programar e mudar para a roça. Aí eu falei: não, não sei se vou escapar para ter a segunda chance e é isso que eles querem mesmo: essa submissão e depois que a gente está com a anzol na boca a gente não tem mais controle de si. Nesse mesmo momento, eu até falei para a Eva, já que os pedreiros dela só trabalham nos finais de semana: olha Eva, não compensa mais tu dar sequência nesse negócio não. Compensa tu fazer é parar do jeito que está e já procurar alguém para vender porque nesse contexto aqui, qualquer tanto que tu vender está valendo e para vender por qualquer preço não compensa fazer mais nada não.

domingo, 3 de julho de 2022

Visão 2

Depois da visão acima, mudei o foco da preocupação e fiquei a meditar no que seria essa visão.

No recanto da sala da Fátima apareceu um clarão como se a lâmpada tivesse sido acesa. Porém, a meia-noite quando acordei pela ventania vi que a bateria da lâmpada tinha descarregado. Por isso, fiquei intrigado com aquela lâmpada ter sido acesa. Fui levantar para ver o que era e, a lâmpada estava apagada e, no pé de uma palmeira que fica do lado da minha casa, entre esta e o lugar onde a Fátima ia construir, tinha uma espécie de refletor iluminando um facho de luz de baixo para cima de modo que a luz amarela com a cor do verde da palmeira deu um efeito de luz especial. Intrigado com o que poderia ser aquilo não sei para onde olhei de modo que não vi mais o referido refletor.

Visão 1

Na madrugada de hoje, 3 de julho de 2022, tive uma visão após ter acordado por volta das 4h da manhã depois de ter tido o sonho com a Adriana, e sem mais sono fiquei a meditar na vida e no que possivelmente Deus queira falar sobre a Adriana. Olhando as árvores balançarem porque está ventando muito, um vento fortíssimo que tinha iniciado desde a meia-noite. Durante essa meditação, tive uma visão como se eu tivesse saído para urinar e a Cássia e a Fátima achou que eu tinha saído por está passando mal e teria ido no barraco preparar alguma coisa para me tratar. Elas saíram e eu estava do lado da casa onde tinha ido urinar e, vendo-as indo pro barraco a minha procura quis dizer que eu não estava lá e que estava aqui. Contudo, o vento tão forte dissipava minha voz de modo que elas não me ouviam em que pese eu as ouvisse facilmente. Vendo que elas não me ouviam eu quis acompanhá-las até ao barraco, mas em que pese eu as visse pertinho para eu encontrar elas era como se tivesse quilômetros de distância e elas estava andando num vale. Eu corri para atalhar e meio que rolando na ribanceira cheguei num lugar adiante delas. Ouvindo-as perto e chegando era como se elas fosse tão pequenas que eu tinha que procurá-las entre os matinhos e folhas. Daí, quando as encontros, seguimos rumo ao barraco e parece que para chegar nele passamos por uma cidade que estava muito em obras. Na rua que entramos era como se um trator tivesse gradeado a terra para fofar o que sempre faz quando vão asfaltar. Essa rua com a terra gradeada estava muito atoladiça, pois até o calçado ficava grudando. Nessa rua encontramos três torneiras que a companhia tinha deixado fora do muro pois ao que tudo indica, na época que fizeram os muros não tinha a marcação direito de modo que estava recuado das torneiras algo em torno de um metro. Bebi numa dessas torneiras e prosseguimos a caminhada. Dessa rua sem infraestrutura chegamos noutra que tinha asfalto e daí já me vi num shopping contigo, a Sara e a mãe. Estávamos subindo a escada rolante quando eu disse: não podemos prosseguir, vamos voltar para eu lavar meus pés olha só quanta lama? Nisso, saímos da escada em direção a porta de saída quando estava na porta olhei para trás e estava só eu e a Sara segurando em minha mão. Olhei para a esquerda e vi você acompanhando a mãe num dos corredores do shopping que parecia ter aquelas esteiras de aeroportos. Peguei a Sara no colo para ter mais agilidade em alcançar vocês e gritando vocês não ouvia e andando rápido não alcancei de modo que vocês sumiram na multidão.

Contei para a Thiara e ela falou que também teve dois sonhos abaixo descritos:

[08:26, 03/07/2022] Macaúba Tim: O primeiro foi que tu tava trabalhando em casa daí tu tinha levantado não sei se beber água ou ao banheiro daí fui limpar debaixo da mesa chegando lá tava uma bagunça de papel e de outras coisas também aí falei não sei como ele consegue colocar os pés aqui trabalhar nessa bagunça

[08:27, 03/07/2022] Macaúba Tim: O outro foi que meus dentes quebravam eu cuspia e sai vários cacos de dentes

domingo, 27 de fevereiro de 2022

Sonho com Deus

Na madrugada de hoje, dia 21 de fevereiro tive um sonho no qual eu me encontrava no meu quarto junto com outras pessoas.

Meu quarto não tinha porta permitindo a quem estivesse nele ver o corredor que dar acesso à Sala de TV.

Eu estava à observar um armário com várias portas iguais, tipo porta objeto, porém, dentro deles não tinha nada e nem porta dos compartimentos. Os compartimentos eram tipos quadrados, algo de aproximadamente uns 25cm x 25cm fixado na parte sem tampa do fundo permitindo ver diretamente a parede.

Na parede que servia de fundo a cada compartimento, tinha uns desenhos tipo código em forma de arranjo cujo significado era: Ninguém dar nada a Deus (Deus não recebe nada de ninguém) mas todos recebem de Deus o que tem.

Maravilhado com essa mensagem e forma bem simples de exemplificação a partir do desenho olhei para o corredor e vi na Sala de TV um homem com o qual eu guardava muita intimidade. Este homem, era Deus ao qual perguntei se eu o poderia chamá-lo de pai sem que fosse confundido com muita ousadia.


Ele disse que eu poderia chamá-lo de pai razão pela qual fiquei deveras feliz em saber que Deus tinha me aceito como filho. Com a empolgação da resposta acordei.


Meus Parabéns Deus (Pai) por tudo que és, que era e que continuará sendo.

Obrigado meu pai, por tudo quando me destes.

Identificando o chamado

Na madrugada de hoje, 19 de abril de 2026, fui deitar por volta das 0h20, ainda acordado estava a meditar em como seria se aquele fosse meu ...