segunda-feira, 1 de agosto de 2022

Despertamento sobre o passaporte sanitário

Na madrugada de hoje, 1º de agosto de 2022, sonhei como se eu já estivesse no futuro, 7 de agosto, data da minha viagem para fazer a prova de Juiz do TRF4, quando uma pessoa, aparentemente familiar ou do nosso ciclo de amizades, chegou em casa e nos disse: olha, não sei se vocês já estão sabendo, mas a partir de hoje para comprar, vender, trabalhar e ou fazer qualquer coisa, precisa do certificado da vacina. Então, eu sugiro vocês ir logo enquanto a fila está pequena já que quando todo mundo ficar sabendo dessa necessidade vai haver congestionamento e superlotação nas filas e inclusive vai ser ponto de proliferação de doença.

Daí, eu tive o insight que se já era exigência, era sinal de que as coisas iam era apertar de agora em diante e, por isso, não era mais nem caso de ir para a viagem e sim para a chácara mesmo. Ou seja, presumir que o fato do sonho envolver um contexto de uma viagem próxima de acontecer inferir se tratar de uma pauta urgente, que não temos mais muito tempo. Então, a conclusão que cheguei é que devemos priorizar a chácara.

Aí o Adão tinha dado a ideia: se para fazer tudo isso precisa da vacina então vai lá e pega a vacina enquanto vocês ganham tempo para se programar e mudar para a roça. Aí eu falei: não, não sei se vou escapar para ter a segunda chance e é isso que eles querem mesmo: essa submissão e depois que a gente está com a anzol na boca a gente não tem mais controle de si. Nesse mesmo momento, eu até falei para a Eva, já que os pedreiros dela só trabalham nos finais de semana: olha Eva, não compensa mais tu dar sequência nesse negócio não. Compensa tu fazer é parar do jeito que está e já procurar alguém para vender porque nesse contexto aqui, qualquer tanto que tu vender está valendo e para vender por qualquer preço não compensa fazer mais nada não.

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