Na
madrugada deste domingo, dia 22 de novembro, sonhei que estava chegando na
praça da cidade de Lajeado, que mais parecia um assentamento de camponês e ao
chegar presenciei uma briga onde um homem estava quase matando um jovem de
tanta surra. Os presentes apenas assistiam e nada fazia. Comecei incomodar-me
com aquela situação e quando vi que o que batia se não fosse interrompido ia
matar o outro gritei se ali não tinha homens que pudesse por um termo naquilo e
caminhei em direção ao agressor. Este deixa sua vítima semi morta e caída em
cima de uma moita de mato e vem em minha direção. Antes que eu lhe desse um
tapa fui neutralizado com o pensamento que me veio: você não sabe porque motivo
ele fez isso. Como costumeiramente tenho defendido penas capitais para
criminosos contumaz concluir que eu deveria inquirir primeiro as razões pela
qual ele bateu naquele rapaz. Quando me direcionava a um e a outro para
perguntar o porque da briga esses evitavam-me fugindo talvez com medo da
valentia antes externada.
Por ser
uma situação aparentemente covarde e que naturalmente me ferve o sangue acordei
logo muito preocupado com o que poderia ser esse sonho bem como seus
respectivos personagens.
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