sábado, 8 de junho de 2019

Visão confusa

Ontem, dia 7 de junho de 2019, estando eu deitado e conversando com a Thiara a respeito da minha possível segunda esposa o desgaste que ela sente em só imaginar essa possibilidade gerou um clima desagradável que a cama parecia nos expulsar um do outro.

Em que pese eu tenha lhe garantido que abdicaria dessa vontade em prol de nossa felicidade ela disse que mesmo assim precisava ser curada disso a ponto de ajustarmos que hoje, 8 de junho, daríamos início a uma campanha de aquebrantamento de orgulho, egoísmo e caráter para nos adequarmos ao de Deus e sua soberana vontade.

Ela optando por ficar um momento em silêncio para refletir virei na cama de lado olhando para a cômoda.

Em instantes me vi num lugar onde o Buenã, com aquelas brincadeiras dele aparentemente falsas, estava ao volante de um caminhão caçamba e fazendo-se de tonto manobrou-a de modo que estando eu atrás dela derramou todo o pedregulho do qual estava carregada.

Eu, percebendo esse mau intento me coloquei em alerta de modo que à medida que o monte ia crescendo eu ia subindo nele até que chegou à altura do andar de prédio que estava em obra.

Nesse momento pensei: vou entrar para dentro da obra para que o Buenã não me vendo ache que de fato me soterrou e assim verei se ele vai comemorar ter aparentemente conseguido seu intento.

Ao sair para dentro da obra dei-me num local onde aparentava um arraial onde a música, aparentemente um samba, rolava e uma multidão de pessoal nesse local mal iluminado que aparentava um campo de concentração de almas aprisionadas.

Entre eles, vi um homem, bem mirrado. De tão mirrado aparentava um aspecto cadavérico, magro e com uma aparente estatura de um metro estando sentado no chão com o aspecto de profunda tristeza, frustração e desilusão sem o mínimo de condições de reagir àquela condição em que se encontrava.

Ao despertar essa piedade em mim fui tentar um diálogo com ele ao que fui repreendido por uma velha que até então não tinha visto. Ela estava de costa e por isso não a identifiquei como idosa e no local aparentava ser a guardiã das almas.

Porém, ao me repreender com uma voz incompreensível virou-se para mim vi seu cabelo despenteado e partido de lado em cujo lado direito de sua testa era raspado e tinha a tatuagem do olho de hórus. 

Em tom meio de brincadeira ia falar que tatuagem é essa? Ao que fiquei emudecido pelo susto que vi igualmente o símbolo na testa de Thiara que, devido está recente, aparentava inflamado com o aspecto de leite de castanha.

Nisto, acordei desse êxtase e fui orar com a Thiara.

Por isso, registro esta visão para a qual busco divina revelação.

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