quarta-feira, 20 de novembro de 2019

#Sonho com minha filha

Na madrugada de hoje, dia 20 de novembro, sonhei que eu estava num lugar interiorano com algumas pessoas conhecidas como a Enivalda – que residia no local, o Adão, Thiara e algumas outras pessoas e crianças.
Estávamos numa curva de um rio de aproximadamente uns 200 metros de larguras e a extensão da curvatura era de uns 500 metros o que impedia de saber de onde descia e onde desemborcava permitindo-nos ver apenas essa parte curva.
As águas era bem azuis e transparentes. O chão era de areia e pedras lisas que permitia ver o chão de um lado à outro do rio. E, em que pese a largura acima era como se ele corria dentro de uma rocha já que a parede do outro lado e o teto eram rochosos.
As águas eram bem correntes e o rio parecia ser bem caudaloso em que pese apresentar ser raso com alguns pontos aparentando chegar aos 5 metros de profundidades.
Querendo tomar banho e receoso da correnteza e feras aquáticas perguntei a Enivalda – que residia no lugar e gostava de pescar – se o rio tinha muito peixe o que ela falou que de vez em quando tem uns cardumes na área.
Nisso, eu peguei dois cajuzinho de um pé que ficava na margem onde estávamos quando confabulei com o Adão que, ter uma fazenda com um rio daquele dentro era um sonho de qualquer pessoa de bom gosto.
Nesse ínterim, alguns meninos já estavam banhando e, inclusive eu e a Thiara também. Nessa oportunidade estávamos com uma filha de uns 2 aninhos. Corpo magro e compridinha que nadava graciosamente com a parte dos ombros pra cima, fora dágua, subindo a correnteza aparentemente com muita naturalidade.
Nisso eu vi que ela estava sem boia ou flutuador algum o que, receoso de algum afogamento, peguei-a e coloquei abraçada com meu pescoço com ela em cima de mim nadei de costa para a borda dizendo que era para a gente fortalecer os laços já que ela era filha e eu tinha outros filhos com os quais eu dividia meu tempo.
Encantado com minha princesinha não conseguir mais dormir e fiquei meditando no rostinho dela o restante da madrugada rogando a Deus que mantivesse viva a lembrança de modo que eu já a sentia como parte de minha família.
Nisso, inclusive falei: Ó Deus, já que me deste este sonho tão real e visualmente nítido já considerando aquela criança como parte de minha família que confio em tuas mãos a respectiva realização.
Te amo Deus. Tudo que faz é digno de louvor e veneração.

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