segunda-feira, 19 de agosto de 2024

Sonho bem atribulado


Na madrugada de hoje, 19 de agosto de 2024, sonhei que eu e meus irmãos estávamos num determinado lugar que no sonho era nossa chácara. Ela situava nas margens de uma cidade sendo que o galinheiro da minha chácara ficava de um lado da rua e galinheiro da chácara da Fátima do outro lado.

Estando nós no galinheiro dela, vi uma onça no meu galinheiro. Eu e o Adão fomos pegá-la e ao chegar lá já não era onça e sim um galo e ato contínuo já não era um galo e sim um pinto. Colocamos ele junto com os demais e ficamos a observar se os demais galos e galinhas iam aceitar ele no galinheiro ou iam bicá-los.

Nesse ínterim, nos deparamos já numa casa de uma nova vizinha que tinha comprado a chácara e estava vindo pela primeira vez dormir nela.

A Eva e a Rye estava conversando com ela e trocando ideias e projetos. A casa dessa pessoa ficava de um lado no nível da rua e do outro lado já como se fosse primeiro andar. Da parte térrea eu e o Adão começamos a descer numa escadaria e ao chegar no piso ao lado dele tinha um fosso como se fosse um depósito de tambores, caixas e outras coisas e dentro dele uma cobra começou vir em nossa direção.

Subimos, já que a cobra estava vindo em nossa direção e fomos avisar aos demais do perigo haja vista ela não ter se dado por afugentada com nossa presença. Subimos a escada e ao chegar onde a Eva e a Rye estavam para avisá-las elas estavam conversando e não deu muita bola para nosso aviso.

A Eva disse que o sonho dela era comprar pelo menos cinco alqueires de terra para reflorestar dizendo que o maior crime que acha é os ambientais pelas razões que ela mencionou no sonho e não lembro qual era. Mas era algo ligado à ideia de vitimas difusas.

Estando nos na beira da rua, em frente a casa dessa pessoa, um pouco distante de nós, mas na mesma rua, havia quatro rapazes com skate ao lado do que seria um galpão de feira. Eles, no entanto, pareciam serem seres diabólicos haja vista que vieram em nossa direção e na velocidade do flash passou por nós como se fosse um vulto de tão rápido.

Eles desceram e saíram da rua entrando detrás de um muro.

Eu e o Adão fomos lá vê o que era e ao nos aproximar percebemos que havia um galpão como se dentro de uma área abandonada debaixo do qual os rapazes estavam com bastantes jogos de luzes, som e danças. Eles giravam como se fosse um redemoinhos a ponto de ficar homogênea as cores.

Sabendo que não era nada que prestava, voltamos para nosso local de origem que era em frente a casa dessa nova vizinha.

Ao chegar perto, a Rye e a Eva já estavam no quintal da casa dessa nova vizinha em um local que aparentava ser um piso/laje e o mato ao redor estava já altinho.

Ao vê que o piso onde elas estava estavam gelatinoso como uma superfície de um rio e se mexia e revolvia sob os pés delas, achei por bem adverti-las para sair de lá haja vista o perigo de explosão e ou afundamento.

Elas começaram a sair e continuamos nossa caminhada até nosso ponto de origem, em frente a casa dessa nova vizinha.

Estando lá e continuando olhando para a parte de baixo da rua onde eles haviam entrado, vi como que saindo do galpão um feixe de luz formando uma enorme bandeira verde. Dentro desse retângulo verde, surgiu um novo retângulo avermelhado e menor e dentro do quadrado vermelho havia o nome Garrincha que no sonho se referia a um estádio que havia na cidade e eles estavam ou nos intimidando ou nos convidando/desafiando para ir para lá.

Como não nos demos por intimidados, ficamos a olhar e logo eles começaram a sair de lá em nossa direção e passaram por nós na mesma velocidade com a qual tinha passado por nós anteriormente.

Nisso, quando eles vieram em nossa direção, começamos a repreendê-los em nome de Jesus momento em que emudeci, ficando sem voz. No entanto, em espírito continuávamos repreendendo.

Olhando para cima da rua, ponto onde eles inicialmente estava e tinham retornado, comecei a ver como se uma barata vinha em nossa direção caminhando pela parede das casas que lado a lado era a frente das casas e ao mesmo tempo muros destas. Ao chegar mais perto, já não era mais barata e sim uma cobra que caminhava normalmente na fachada delas no sentido horizontal e ao chegar perto de nós sumiu.

Nesse ínterim, um rapaz que no sonho era um dos espirito maligno começou a falar comigo sugerindo perigo e aferindo se eu não estava com medo.

Ao respondê-lo naturalmente, que não estava com medo que eu sabia quem eles eram e onde terminaríamos eu comecei a falar para ele que ele que deveria ter medo, pois saberia como ia terminar se continuasse sendo o que era.

Ele, não sei se com tom de surpreso ou de escarnio me ouvia passivamente com um olhar meio que humorado.

Nesse meio tempo, estávamos nos organizando para ir embora e ele tinha se juntado aos outros três. De dentro do povo que estava na feira, saiu o Pastor Antonio Jose ao qual os rapazes parecia acompanhá-los como se fosse capangas dele.

Ele, ao me olhar perguntou em tom de deboche e ou de jogando verde: “estava ai dando uma namoradinha, né?” Sabendo quem eram, respondi que não, que se tratava de uma reunião de família.

Sem dar muita bola, eles seguiram numa ruazinha ao passo que eu e os demais familiares nosso estávamos juntos na chácara da Fátima quando chega a Evanilde, com um capacete, perguntando por estratégia de fuga/esconderijo, pois supostamente já não havia mais discrição nenhuma na chácara onde eles estavam e tinha ido sondar a viabilidade a fim de que instalasse lá conosco.

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